CARTAS DE UM ASTRONAUTA – II

 

02:30. Madrugada no Planeta Terra. Posso vê-la daqui de onde não existe tempo (ou, pelo menos, não assim, dividido em medidas). Aqui é a eternidade. E seu misterioso, assombroso e belo silêncio.

Daqui também posso vê-la: Sorriso!

Não. Minto. Não posso vê-la. Apenas, posso senti-la. Ver é uma limitação dos humanos (assim como ouvir).

Sinto minha matéria mudar de frequência. Transpiro. Engraçadas essas emoções humanas: tão…tão…primitivas! E tão…tão…interessantes!

Logo em breve, um novo astronauta desembarca nesse plano – engraçado plano!

Há certa confusão no Planeta dos Seres Azuis. Houve uma transgressão das regras. Dois viajantes usaram, lá na Terra, do poder que só lhes era permitido usar num tempo futuro.

Mas não podem ser castigados, pois fizeram-no no Planeta das Escolhas.

E esse novo astronauta carrega a história dessa (bela) transgressão!

***

Uma luz azulada atravessa a escuridão da Eternidade.

Em sua cápsula do tempo, ele se aproxima…posso senti-lo…como se sente a chegada de um…

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