DECLARAÇÃO INDIVIDUAL DOS DIREITOS HUMANOS

 

Art. 1º

Todo indivíduo capaz é livre para fazer escolhas para sua própria vida, independentemente das circunstâncias em que se encontre.

 

Art. 2º

Todo indivíduo tem o direito de aceitar as imposições e os determinismos sociais como também o de se rebelar contra eles e ser o dono do seu próprio destino.

 

Art. 3º

Todo indivíduo tem o direito de responsabilizar o “sistema” e a sociedade pelos seus fracassos, bem como o de postar-se diante de um espelho e receber uma resposta sincera acerca de quem é a responsabilidade pelo seu sucesso (ou pelo seu fracasso).

 

Art. 4º

Todo indivíduo é livre para se declarar incapaz, vítima da sociedade, de sua cor, de sua origem social e outras situações que considerar como razões de seu estado atual. Mas também é livre para declarar sua plenitude em fazer escolhas e de mover-se em direção ao seu estado desejado.

 

Art. 5º

É livre para escolher seus governantes. E livre para destituí-los. Livre para ser sadio, próspero e feliz. Livre para viver uma vida medíocre e sem perspectivas. Livre para fazer de sua vida uma merda. Ou livre para fazê-la de adubo fértil para sua felicidade e para a dos outros.

 

Art. 6º

Todo indivíduo é livre para não permitir que outros o façam infeliz.

 

Art. 7º

Todo indivíduo é livre para rasgar essa Declaração, para utilizá-la como papel higiênico ou para carregá-la consigo como um passaporte para transpor quaisquer fronteiras.

 

Art. 8º

Todo indivíduo é livre para decidir entre ser um mero coadjuvante ou o protagonista na história de sua própria vida.

 

Art. 9º

Todo indivíduo é livre para encontrar ou definir um propósito para sua vida.

 

Art. 10º

É livre para dizer que esta Declaração só serve para quem nasceu em berço de ouro, com essa ou aquela cor, dentro dessa ou daquela classe social. E livre para adotá-la como inerente a uma única condição: a de ser humano.

 

Art. 11º

 

As disposições desta Declaração não se aplicam integralmente àqueles que – por razões de guerra e outros conflitos, patologias limitativas e outras situações – estejam tolhidos do exercício das liberdades. Ainda assim, mesmo em casos extremos, fica facultado ao indivíduo encontrar um propósito para sua vida.

 

Erasmo Adelino Ferreira Filho (Coach)

Em um ponto da experiência humana no Planeta Terra, madrugada de 30 de dezembro de 2015 (e sob os protestos do “Pequeno Comitê de Merda(*)”[1], destituído por ato de minha própria lavra).

 

[1] Expressão de autoria da neuroanatomista, Dra. Jill Bolte Taylor, adotado e difundido no Brasil pela Coach Paula Abreu.

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