Na contramão!

Meus amigos, minhas amigas e seus filhos enormes. Encontro-os todos na rua. Recebo suas fotos. É tudo tão veloz!

Meus amigos, minhas amigas e suas filhas compositoras . Criaturas que vi crianças, agora comandam o mundo com simples toques em teclados e escrevem seus livros, enquanto seus pais se sentam na varanda para falar acerca dos “velhos e bons tempos!”.

Que ocorre na inquietude de minha existência?

Na contramão?

Minha nossa! Enquanto minha geração se aposenta, afundo na piscina tentando aprender a nadar. Tento entender o que dizem essas crianças na http://www.  Provoco uma revolução silenciosa e interna em mim mesmo. Torno-me indigno de meus pares: porque não sei o que é a paz; porque não mais sucumbo às ingratidões; porque não tenho estrada; porque sou meu próprio caminho; porque não sei mais compor letras de canções que traduzam as dores da alma (e de cotovelo: “Ai-ai-ai…”); porque me calo quando um golpe mais profundo me corta a carne – não grito! Ainda creio, mas não mais me decepciono. Não me rendo! Não peço clemência! Não peço prá descer.

Vivo na contramão!

Ou será na minha exclusiva mão?

Diagnósticos psicológicos serão sempre bem-vindos, principalmente se postados via Correios em greve e enviados para o meu futuro endereço, que nem eu mesmo sei onde será!

Ve-mo-nos por aí! Quem sabe, em “um museu de grandes novidades” (homenagem ao Eterno Cazuza!)

Erasmo

(esquentando as turbinas para encarar a madrugada!)

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