O curioso caso de “Erasmo Button”

Finalmente, estava eu lá participando da minha primeira excursão de concurseiros. Procurei um lugar de onde pudesse visualizar melhor a movimentação. Era um ônibus desses de turismo, com direito a primeiro andar e vista panorâmica, salinha de bate-papo entre outros itens que buscam enganar as sensações decorrentes das relações entre tempo e distância. Escolhi a última poltrona,  a da janela, do lado oposto ao do motorista (não quis considerar aquela hipótese de que, em caso de algum acidente, o motorista livra primeiro o lado dele…já soube de gente que morreu porque caiu da cama, logo…).

Como fui o segundo dos passageiros a acomodar-se no ônibus, pude assistir ao embarque de todo o restante. Foi quando me veio à lembrança o filme protagonizado por Brad Pitt, “O curioso caso de Benjamin Button”, o qual parece que será inesquecível para mim, diante da constatação – tão óbvia, mas tão esquecida – de que cada um de nós tem uma história incrivelmente diferente da do outro…

(prossigo depois. O presente me chama. Estou há quatro dias fora de casa e nem as malas desarrumei, ainda. Cheguei durante a madrugada dessas “viagens” que pretendo relatar. Preciso comprar comida entre outras providências domésticas, além de desincumbir-me de alguns compromissos, inclusive o de enviar a relação de contatos do pessoal do “Porão Concursos” (explico depois: faz parte “das viagens”). Ademais, hoje é véspera de São João! Preciso ajustar os fusos afetados pelas quase 60 horas de viagem.

Como são os votos para esse período? Feliz São João? Bom São João? Feliz Festas Juninas? Escolha um: é de graça…rsss

Acho que fico por aqui (e por aqui: de estrada por essa semana, já chega!). E cá prá nós…sair daqui prá ir assistir show de pagode e axé no interior não faz minha cabeça. E agüentar aquela turma do pseudo-forró, da qual não consigo distinguir quem grita mais que quem, e quem é quem, é paulêra! Nada contra, a não ser o fato de insistirem que o nome do negócio é forró! Salvem-me Luiz Gonzaga, Flávio José, Aldemário Coelho (aliás, disseram-me que este está adotando o estilo dos “não-sei-lá-o-quê-do-forro” e aí sá se vai a poesia).

Agora, de verdade, fico por aqui (e por aqui).

“Abraços juninos!” (rsss)

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